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Flashes Avânticos: SPFW


Avante que somos, estivemos presente no encerramento do evento de moda mais importante de São Paulo: o SPFW 2012 Coleção Outono/Inverno.

Ao invés de tirarmos fotos de modelos e desfiles, o foco de nossas lentes foi o look das pessoas que circulavam pela Bienal, desde os mais clássicos até os mais ousados e avânticos.

O mais bacana foi entrar nos lounges e visitar os mais diversos stands, ganhando alguns mimos e, é claro, sair procurando pessoas avânticas que circulavam por lá.

Lembrando de agradecer ao pessoal do stand do Boticário que, mesmo com uma fila enorme e bagunçada, nos cedeu um espaço para fotografar. Agradecimento especial também a Lúcia, que nos explicou diversos assuntos sobre maquiagem - mas isso é assunto para um novo post… ;)

Confira o resultado!

Ana Carolina - ficou lindíssima no look bicolor

Camila - atenção para os sapatos cheios de glitter

Karina - moicano loiro platinadíssimo, diversas tatuagens e muita atitude.

Marina - fazendo make e carão ao mesmo tempo

Marina - com um acessório de dar inveja a qualquer um.

Tata Stephan - fofa sem poupar nos acessórios

Tchaka - circulava pelo pavilhão tirando foto com todos que passavam por lá

Vick Gois - combinou cores neutras que resultaram em um look totalmente ousado.

Salate Campari - olha quem foi desfilar a la Monroe na Bienal

Vanessa - não perdeu tempo e foi fazer um make no stand do Boticário

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O Shuffle dos Prazeres


Na balada ou no rádio, ser pego de surpresa pela sua música favorita é sempre um grande prazer, não? Sempre fico lisonjeado. “Nossa, como ele(a) sabia?” É como se uma força maior quisesse me agradar. E o melhor de tudo: sem precisar pedir nada pro DJ. Uma grande coincidência!

No shuffle, a brincadeira é quase a mesma, com um twist: o acaso é fabricado. Aposto que quando você deixa o seu mp3 player no modo randômico você vai clicando next, next, next, até aquela música escolhida “pelo acaso” começar a tocar. E você agradece ao shuffle. Escolher a música que você quer ouvir parece não ter tanta graça. Até porque, nem você mesmo tem certeza de que músicas quer ouvir naquele momento.

Na cama a magia do randômico é bem parecida. Pedir para o seu perceiro(a) fazer algo (vulgo escolher a música) tira um pouco da graça. Verbalizar sua fantasia em algum momento (a.k.a adicionar uma música à sua lista shuffle) pode cair na síndrome de next, ou rotina. 

Se ele ou ela adivinhar exatamente o que você quer, aí sim que o prazer é suprido. A realização daquele seu desejo secreto foi uma obra do destino, verdadeiramente (ou pelo menos é a sensação que temos). Pode reparar que as experiências que mais marcam são aquelas onde tudo aconteceu sem querer, da melhor forma possível.

Pra mim o shuffle até que é legal, e não tem como não usá-lo de vez em quando, mas o legal mesmo é uma baita surpresa, né? E pra você, vai o shuffle ou o verdadeiro aleatório?

Andressa Serena:

Sou suspeita para falar de surpresas... Mais do que receber uma baita surpresa, adoro proporcionar surpresas maravilhosas para as pessoas que amo muito! ;) A expressão de surpresa estampada (...)

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