Na balada ou no rádio, ser pego de surpresa pela sua música favorita é sempre um grande prazer, não? Sempre fico lisonjeado. “Nossa, como ele(a) sabia?” É como se uma força maior quisesse me agradar. E o melhor de tudo: sem precisar pedir nada pro DJ. Uma grande coincidência!

No shuffle, a brincadeira é quase a mesma, com um twist: o acaso é fabricado. Aposto que quando você deixa o seu mp3 player no modo randômico você vai clicando next, next, next, até aquela música escolhida “pelo acaso” começar a tocar. E você agradece ao shuffle. Escolher a música que você quer ouvir parece não ter tanta graça. Até porque, nem você mesmo tem certeza de que músicas quer ouvir naquele momento.

Na cama a magia do randômico é bem parecida. Pedir para o seu perceiro(a) fazer algo (vulgo escolher a música) tira um pouco da graça. Verbalizar sua fantasia em algum momento (a.k.a adicionar uma música à sua lista shuffle) pode cair na síndrome de next, ou rotina.

Se ele ou ela adivinhar exatamente o que você quer, aí sim que o prazer é suprido. A realização daquele seu desejo secreto foi uma obra do destino, verdadeiramente (ou pelo menos é a sensação que temos). Pode reparar que as experiências que mais marcam são aquelas onde tudo aconteceu sem querer, da melhor forma possível.

Pra mim o shuffle até que é legal, e não tem como não usá-lo de vez em quando, mas o legal mesmo é uma baita surpresa, né? E pra você, vai o shuffle ou o verdadeiro aleatório?







Sou suspeita para falar de surpresas… Mais do que receber uma baita surpresa, adoro proporcionar surpresas maravilhosas para as pessoas que amo muito! ;) A expressão de surpresa estampada no rosto de quem a recebe vale todo e qualquer esforço!